segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Links infografia

Seminario_Kanno_Abraji
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Tipo Infografia Kanno

Links de infografia recomendados

http://www.poynter.org/
Instituto norte-americano que oferece cursos de jornalismo. Na seção design/graphics tem boas dicas de diagramação e infografia

http://www.snd.org/
Society for News Design. Promove prêmios e cursos ligados à diagramação e infografia. Possui links com sociedades de design em todo o mundo

http://www.newspagedesigner.com/
Acessando a área de portfolios há uma ótima galeria de gráficos

http://www.visualjournalism.com
Possui galeria de gráficos postados de todas as partes do mundo e alguns artigos também

http://www.elmundo.es/graficos/multimedia/
Site do jornal espanhol “El Mundo” tem seção dedicada à infografia em Flash

http://www.graphicnews.co.uk/
Sediada em Londres, empresa oferece infografias por assinatura para jornais

http://www.krtdirect.com/graphics/preview/live.htm
Pertence ao grupo Knight Rider/Tribune dos EUA. Infográficos diários e semanais para jornais podem ser vistos. Funciona por assinatura

http://www.90grados.info/
Empresa espanhola especializada em infografia. Tem portfolio com animações em Flash e ilustrações 3D

http://www.5winfo.com/
Empresa ligada com sede nos EUA e Espanha especializada em desing gráfico e infografia para apresentação editorial e corporativa

http://xplane.com/
Empresa norte-americana de infografia corporativa

http://www.nigelholmes.com/
Um dos mestres do design infográfico é também dono da empresa Explanation Graphics

http://www.ronreason.com/
O site do designer Americano Ron Reason tem bons ensaios e artigos de diagramação e infografia


http://www.edwardtufte.com/tufte/newet
Contém textos de Edward Tufte, professor de Desenho de Informação em Yale e autor de Visual Explanations

http://www.infovis.net/
Têm ótimos artigos sobre teoria de visualização da informação

http://www.understandingusa.com/
Vale a pena ver. Organizado por Richard Saul Wurman, um verdadeiro raio-X dos EUA usando a linguaguem dos gráficos pelos melhores designers dos Estados Unidos

http://www.interactivenarratives.org/
Coleta, analisa e compara webinfográficos e outras formas de interação de usuários de internet

Como fazer um bom título para arte


Como fazer um bom título para arte
(Baseado em texto de Monica Moses, Poynter Institute)

Escrever um título que funcione para a arte ajuda a focar a parte gráfica. Se você não consegue sintetizar a função da arte em poucas palavras talvez você não esteja pronto para redigir a arte. Monica Moses do Poynter Institute recomenda os seguintes elementos para escrever um bom título:

1. Faça ligação com uma imagem
Se a sua arte vai mostra um trem você ajuda os leitores se “trem” ou “ferrovia” estiverem no título. Escollha qual forma ou imagem o leitor irá ver primeiro e tenha certeza que o título seja coerente. O leitor vai olhar primeiro para a maior imagem e então para o título para decidir se vale a pena gastar tempo lendo a arte. Se a ligação entre os dois for muito confusa, o leitor pode perder a paciencia e mudar de página

2. Seja claro
É muito melhor ter um título direto ao assunto do que fazer o leitor quebrar a cabeça. A arte tem que ter um propósito simples –por exemplo, para explicar como fazer um suflê é melhor “Como fazer um suflê” do que “Um prato da gema”. Bons títulos podem brincar com palavras ou títulos de filme, etc. mas sem perder a clareza.

3. Seja específico
O título deve refletir o foco principal a arte o mais próximo possível do conteúdo. Títulos assim são mais interessantes e funcionais. Se a arte é sobre como os cupins atacam a casa não escreva “O inseto que você não pode esquecer”, pode parecer que você está oferecendo informações genericas sobre o assunto. O título e a imagem gráfica tem que ser o mais específicos e focados no assunto principal

4. Interprete os dados para o leitor
Se a arte apresenta um grande número de informações complexas, um título que ajude o leitor a entender do que se trata é fundamental. Por exemplo, se a arte mostra como votam os deputados por região use um título que resuma a situação; “Nordeste faz a diferença no Congresso”. Assim o leitor não vai ter que checar um monte de números sem saber o que eles querem mostrar.

Dicas de texto e imagem para infografia

Dicas de texto e imagem para infografia
(adaptado de “Write Tight” de Chip Scanlan –Poynter Institute)

Garimpando os dados
Você não precisa passar todos os dados só por que eles estão à disposição. Lembre-se: você é pago para ler os relatórios, o leitor não

A idéia
Seja rápido. Pense nas questões que interessam ao leitor. Escolha o quanto antes qual vai ser o foco da arte mas esteja flexivel a mudá-lo de acordo com as informações apuradas

Objetivo
Não se deixe dispersar com excesso de dados. Se você está confuso, imagine como o leitor vai ficar se perguntado. Faça duas perguntas para ter certeza que o foco está certo: “Qual é a notícia?”; “Qual é o ponto?”. Estas perguntas levam direto ao leitor: “Qual é a novidade?”; “Do que essa arte está falando?”; “Por que eu devo ler isso?”
Pense nisso durante todo o processo: quais os dados que interessam e qual imagem poderia realça-los.

Reportagem e imagem
Tenha em mente o “efeito iceberg” (Viu como uma imagem funciona?). A reportagem fica mais forte se estiver sustentada com boas artes, fotos, frases e desenho de página. Quem melhor que o autor da reportagem para saber qual imagem melhor sintetiza o texto?

A mina de ouro das infografias
Use apenas as informações que realmente interessam: a imagem mais forte, os números mais relevantes, junto com textos curtos e didáticos. Sempre que possível procure detalhes e/ou comparações que podem esclarecer o leitor e, ao mesmo tempo, ser a porta de entrada para a arte. A delegacia ficava perto do local do crime? Quantos metros?; O trem de pouso do avião não funcionou? Como deveria funcionar?; A dívida aumentou 2,5%? O que significa isso em cestas básicas?

Rascunho e planejamento
Qual é a pauta? Se estiver inseguro, junte os dados e imagens e converse com alguém da arte. Fale sobre a pauta e o que você pretende mostrar. Na maioria da vezes o infografista pode começar a trabalhar na parte gráfica antes de a apuração estar completa. Não é difícil, às 14h ,começar a produzir uma infografia de um ministro, ilustrado como um polvo, segurando vários sacos de dinheiro e esperar o texto final chegar mais tarde. Por outro lado, o mesmo infografista não vai poder produzir nada visualmente interessante com um “texto corrido” chegando na hora do fechamento e ainda por cima sem saber qual é a pauta.

Selecionando os dados
Excesso de informação é um dos pecados capitais da infografia ruim. Relatórios do IBGE, ONU, Seade, etc. fornecem uma imensidão de estatísticas . Dados suficientes para afogar qualquer leitor até o tédio. Interprete os números e use apenas as series que interessam na pauta.

EXEMPLO 1- Sesi tem mais dinheiro que o Senac: interessa a evolução? Não? Neste caso use apenas os dois últimos dados atualizados. (gráfico de barras)

EXEMPLO 2- Senac ultrapassa arrecadação do Sesi: agora sim, como foi a evolução no período? Em que data houve alguma mudança relevante na arrecadação. (gráfico de linhas)

EXEMPLO 3 – Sesi e Senac detém 40% do Sistema S: qual a fatia de cada um? Quem são os outros? Temos dados para completar os 100%? (gráfico de pizza)
Resumindo: você não precisa fazer o leitor perder tempo lendo vários gráficos se você sabe exatamente o que quer mostrar

Como pensar uma imagem
Não confunda imagem com “desenhinho”. Situação típica: uma arte enorme cheia de texto e o redator pede para o infografista: –Não dá pra por uns “desenhinhos“ aí?…
A resposta é: –Não. Uns “desenhinhos” não dá, mas se você ajudar a pensar em qual a utilidade desta arte para o leitor, talvez alguns recursos possam ajudar:
1-FOTO – Vale a pena fazer uma ilustração de um prédio se você tem uma foto dele? E, no caso de uma mostra ou exposição. Não é melhor dar fotos pequenas das obras? Não é uma sorte ter uma foto que localiza o prédio que caiu na avenida Paulista?
2-MAPA– Então, você quer me dizer que todas essas coisas estão localizadas na Vila Madalena! E se a gente agrupar as fichas por país, ou por continente, não dá pra colocar num mapa?
3-ILUSTRAÇÃO– É bem mais sofisticado do que “desenhinho”, não é? Para fazer uma ilustração que funcione é importante que ela tenha ligação com o título. Charges com metáforas (cabo-de-guerra, labirinto, quebra-cabeça, etc.) são batidas mas sempre funcionam. Seja bem específico com o ilustrador, o ideal é que ele já saiba onde os textos vão entrar para que o conjunto final fique integrado.
4-DIAGRAMA– Vale aqui o sentido mais técnico da ilustração. A gente não pode colocar estes texto em seqüência e montar um fluxograma do desvio do dinheiro? Não é melhor fazer um esquema pra mostrar como o vírus ataca? Com essas informações não dá pra gente fazer uma ilustração ou fotomontagem de como vai ficar o parque depois da reforma?

Qual o tamanho certo da arte
O melhor tamanho da arte é o que resulta numa página melhor desenhada. Às vezes pode ser melhor uma infografia “clean”, apenas com texto e fundo cor, em outros casos fica melhor diagramar a página toda em função da arte. Em qualquer caso é importante que o infografista e o redator saibam a posição da arte na página.

Arte não é retranca
Escrever para arte é muito diferente de escrever um texto normal:
- Os texto devem ser curtos e objetivos, o resumo cortado até o osso. A idéia é que a arte seja uma leitura mais rápida.
- Agrupe as informações similares sob um mesmo subtítulo. Isso ajuda o leitor a ir direto onde interessa.
- Se tiver vários blocos de texto é melhor que eles sejam do mesmo tamanho. Fica mais fácil de deixar a arte bonita.
- Evite condicionais e palavras longas: respectivamente, principalmente, etc. Na arte elas podem ocupar a linha toda.
- Story-boards com três cenas é o suficiente, cerca de tres linhas de terminal cada cena. Quatro cenas se matarem o papa.
- Cronologias em forma de arte devem ser ser curtas. Senão, faça uma retranca com fotos, o leitor agradece.
- Revise o texto ANTES de passar para a arte. Isso poupa um bocado de trabalho.

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Este mapa foi feito usando o software cinema 4d. Usei tons de cinza pra criar o relevo da escala